
Nascida entre falésias que não pedem desculpa, caminhos agrestes que se agarram aos pés e o mar a gritar fundo, como quem recusa baixar o volume. Aqui não há concessões nem promessas de suavidade. Apenas vento a marcar a pele, sal nos lábios e uma sede que pede mais.
Neste cenário sem retoques nem piedade, Catarina de Lencastre lançou uma ideia contra o esperado: uma cerveja pensada para quem vive à sua maneira.
As receitas são do belga Olivier Vincent, cervejeiro de olhar atento, nariz afinado e paladar exigente, nascidas na Costa Vicentina. Fruto de ideias e paixões partilhadas, a Vicentina nasce artesanal, avessa ao plástico, com alergia ao previsível.
Não tem fábrica? Há quem chame isso de limitação — nós chamamos de liberdade. Cada brassagem é uma escolha, nunca uma rotina.
A Vicentina é feita devagar, porque não há pressa para quem sabe o que quer.
Inspirada na última costa selvagem da Europa, esta cerveja traz areia nos pés, sal na pele e o à-vontade de quem não precisa de pedir licença.
As ilustrações são de Elzo Durt, artista belga irreverente.
Aqui, tudo respira, pulsa e reage.
Cada garrafa traz mais do que uma grande cerveja — carrega a alma de um parque natural a proteger.

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